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Estupro coletivo em Copacabana: estado físico da vítima choca investigador

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Após o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos ser revelado em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, a polícia registrou evidências que indicam graves violações físicas e emocionais por parte dos acusados. De acordo com o delegado Angelo Lages, responsável pela investigação, a vítima chegou à delegacia sangrando após ser agredida por múltiplas vítimas, o que reforça a gravidade do caso. O fato, que ocorreu no final de janeiro, já foi caracterizado como um crime de violência sexual com uso de força física, conforme consta em laudos periciais e imagens de câmeras.

O delegado destacou que a vítima foi xingada e sofreu agressões físicas durante o episódio, o que choca a equipe policial. 'Ela foi xingada muitas vezes ali dentro e também sofreu agressões físicas. Isso chocou muita gente, porque, além de tudo isso que eles já praticaram, ainda agrediram muito essa menina, tanto que ela chegou aqui na delegacia ainda sangrando', explicou Lages. A investigação, que já teve resultados positivos em termos de provas, inclui laudos periciais, imagens e reconhecimento formal, evidenciando uma série de ações coordenadas por parte dos acusados.

Segundo informações compartilhadas por familiares da jovem, a adolescente foi abusada durante uma festa junina na Zona Sul do Rio, um evento comum para adolescentes e jovens. A mãe da vítima relatou que o grupo envolvido inclui jovens de diferentes origens, mas com uma motivação comum: explorar a vulnerabilidade da vítima. O caso, que já é investigado pela 12ª DP (Copacabana), mostra uma tendência crescente de crimes sexuais e físicos em contextos de festas e grupos não supervisionados.

O estupro coletivo qualificado, conforme a investigação, já incluiu acusações de cárcere privado e uso de força física, com quatro adultos já indiciados por crimes graves. Ainda há suspeita de que o acusado teria abusado de outra adolescente durante a mesma festa, o que aumenta a complexidade do caso. A polícia está trabalhando para identificar todos os envolvidos, especialmente aquelas pessoas que, segundo a mãe, tentaram dissuadir a jovem de falar sobre o ocorrido.

Esse caso representa um alerta sobre a necessidade de maior vigilância nas festas juninas, onde jovens são frequentemente expostos a situações de risco. Os resultados da investigação, que incluem laudos periciais e imagens, já indicam uma série de ações que exigem atenção urgente. A polícia está buscando informações adicionais de familiares da jovem, já que a vítima está em estado de saúde precário.

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