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Anvisa interdita leite condensado e apreende dois suplementos por presença de bactérias perigosas

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Em uma medida rápida e decisiva, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na segunda-feira, 02 de fevereiro de 2026, a interdição cautelar do leite condensado semidesnatado da marca La Vaquita. A ação foi motivada por resultados negativos em testes microbiológicos realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels, que revelaram níveis elevados de Staphylococcus aureus (bactérias responsáveis por intoxicações alimentares graves).

Os resultados do teste de Estafilococos Coagulase Positiva (ECP) indicaram a presença de bactérias perigosas que, em concentrações altas, podem causar doenças como tétano e outras complicações sérias. A interdição foi imediata, visando prevenir possíveis casos de intoxicação alimentar em consumidores que já tenham adquirido o produto.

Além do leite condensado, a Anvisa também apreendeu dois suplementos: o Glicojax e o Durasil. Esses produtos, que são comuns em rotinas de saúde, foram identificados como suplementos irregulares que possuem propriedades associadas a diferentes benefícios. A medida foi tomada após análise de riscos e devido a suspeitas de irregularidades na comercialização de ambos os produtos.

Segundo informações da Agência Brasil, a ação da Anvisa é parte de um processo contínuo de monitoramento e controle de alimentos e bebidas, visando garantir a segurança alimentar do consumidor brasileiro. A medida reflete a importância de rigorosos testes microbiológicos e a necessidade de seguir protocolos estabelecidos para prevenir riscos à saúde pública.

O Ministério da Saúde e o Ministério da Agricultura e Abastecimento estão envolvidos na investigação para identificar a origem do problema. A empresa responsável pela produção do leite condensado, La Vaquita, está sendo notificada para explicar a situação, já que a interdição foi realizada em um lote específico, e não a marca como um todo.

Esse incidente demonstra a complexidade da cadeia de fornecimento de produtos alimentares e a necessidade de transparência e rigor na vigilância sanitária. A Anvisa, órgão responsável por garantir a segurança alimentar no Brasil, reforça a importância de seguir protocolos rigorosos, como os testes de ECP, que são fundamentais para detectar bactérias perigosas antes de chegarem aos consumidores.

Com a interdição, a Anvisa busca proteger o público, já que a presença de bactérias como Staphylococcus aureus pode causar graves doenças, como a intoxicação alimentar. A medida também demonstra a capacidade da agência de agir rapidamente, mesmo em situações de origem desconhecida, para evitar danos à saúde.

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