Lula Detona Elite: Isenção do IR Turbinará a Economia Brasileira!

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou um pronunciamento em cadeia nacional para defender a nova faixa de isenção do Imposto de Renda, mirando naqueles que ganham até R$ 5 mil mensais. Em um discurso contundente, Lula criticou os "privilégios" da elite brasileira, afirmando que este grupo paga uma porcentagem menor de Imposto de Renda em comparação com a classe média e os trabalhadores.

Justiça Tributária e Impacto Econômico

Lula argumenta que a lei sancionada, que amplia a isenção do IR, representa um ataque aos "privilégios de uma pequena elite financeira" e impulsionará a justiça tributária no Brasil. Ele enfatizou que a medida será financiada por uma taxação maior sobre 0,1% da população mais rica, aliviando a carga tributária sobre as famílias que trabalham e sustentam o país.

Detalhes da Nova Lei

A nova legislação não apenas isenta do IR quem ganha até R$ 5 mil por mês, mas também introduz um desconto para contribuintes com renda mensal de até R$ 7.350. Para equilibrar a arrecadação, o texto prevê uma tributação mínima para indivíduos de alta renda, com uma alíquota progressiva de até 10% para aqueles que recebem acima de R$ 600 mil por ano.

As novas regras entrarão em vigor em 2026, impactando a declaração do Imposto de Renda a ser realizada em 2027. O aumento da faixa isenta do IR é uma das principais promessas de campanha de Lula, sendo vista por seus aliados como um importante trunfo para as eleições de 2026.

Estímulo à Economia

Lula também destacou o impacto positivo da isenção do IR na economia, prevendo a injeção de R$ 28 bilhões em 2026. Ele descreveu a medida como "um estímulo extraordinário para o comércio, a indústria, o setor de serviços e o empreendedorismo, que vai gerar mais empregos, mais oportunidades e mais renda".

O presidente ressaltou que, a partir de janeiro, o desconto do IR no contracheque se transformará em "dinheiro extra no bolso" dos trabalhadores, que poderão utilizá-lo para viagens, lazer, quitar dívidas ou mesmo adquirir bens de consumo.

Compartir artículo