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Mulher presa quase um ano após matar empresário em Feira de Santana: detalhes da operação policial

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Quase um ano após cometer um crime grave contra o dono de uma academia em Feira de Santana, uma mulher de 31 anos, identificada pelas iniciais I.J.L.S., foi capturada pela Polícia Militar da Região Metropolitana de Salvador em uma agência bancária localizada em Simões Filho. A operação, que envolveu o Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), resultou na prisão da suspeita, que permanece custodiada no Complexo do Sobradinho, em Salvador.

O caso ocorreu em Feira de Santana, município localizado a aproximadamente 115 quilômetros ao norte de Salvador, na Bahia. A vítima, dono de uma academia física, foi assassinada por meio de um ato de violência que demonstrou uma forte motivação pessoal, já que a investigação revelou que a mulher tinha um histórico de conflitos com a vítima, incluindo acusações de desrespeito e violência física. A prisão foi efetuada por policiais militares da 22ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Simões Filho) após a identificação da suspeita por meio de câmeras de vigilância e sistemas de reconhecimento facial.

Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o processo de investigação incluiu uma análise detalhada de imagens de câmeras de segurança e registros de chamadas telefônicas, que ajudaram a identificar a suspeita. O sistema de reconhecimento facial, implementado como parte do programa de combate a crimes violentos, permitiu a localização de uma das principais suspeitas, que foi levada para uma agência bancária em Simões Filho, onde foi efetivamente presa.

A prisão ocorreu na tarde da quarta-feira, 11 de outubro de 2023, e a suspeita foi conduzida até a Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter) em Salvador, antes de ser transferida para Feira de Santana. O caso destaca a importância de sistemas de vigilância digital e de inteligência policial na prevenção e investigação de crimes.

O governo do Estado da Bahia tem ampliado o uso de tecnologias como o Sistema de Reconhecimento Facial (SRF) para combater crimes graves, incluindo assaltos, assassinatos e violência contra a dignidade sexual. Os postos da Polícia Técnica no Carnaval de Salvador, por exemplo, já possuem estrutura para atender vítimas de crimes contra a dignidade sexual, como violência sexual e estupro, mostrando a integração dessas medidas com políticas públicas de combate à violência.

Essa operação exemplifica como as tecnologias modernas, como o SRF, contribuem para a eficiência na identificação de criminosos. Além disso, o caso reforça a necessidade de investigações detalhadas e a colaboração entre órgãos de segurança pública e a comunidade local, já que a maioria das vítimas de violência física e sexual são identificadas por meio de sistemas de reconhecimento facial e de vigilância.

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