A polêmica está acesa! Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais, não poupou palavras para criticar um recente editorial do jornal O Estado de S. Paulo que atribui ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a responsabilidade pela ascensão de Jair Bolsonaro ao poder em 2018. A troca de farpas expõe tensões políticas e divergências sobre o legado do governo Lula.
Acusações e Contra-Acusações
Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, utilizou suas redes sociais para expressar sua indignação com a análise do Estadão, classificando-a como um ataque que “ultrapassa todos os limites: da política, da história e até do bom senso”. Ela argumenta que a eleição de Bolsonaro foi, em grande medida, consequência da “prisão ilegal” de Lula, que o impediu de concorrer quando liderava as pesquisas eleitorais.
Defesa do Legado Econômico e Diplomático
A ministra rebateu as críticas do jornal em relação à política fiscal do governo Lula, destacando a redução do déficit primário de 2,3% para 0,01% do PIB entre 2023 e 2024. Gleisi também ressaltou os superávits consecutivos, a queda da dívida pública e o controle da inflação durante os dois primeiros mandatos de Lula. No âmbito externo, defendeu a atuação diplomática do presidente, lembrando sua participação nas cúpulas do G7, a criação do BRICS e o fortalecimento do Mercosul.
- Redução do déficit primário
- Superávits consecutivos nos primeiros mandatos
- Crescimento do PIB acima de 3% em 2023 e 2024
O Debate Continua
A troca de declarações entre Gleisi Hoffmann e o Estadão reacende o debate sobre o legado do governo Lula e as causas da ascensão de Jair Bolsonaro. A polêmica demonstra a polarização política no Brasil e a importância de analisar os fatos com rigor e pluralidade de opiniões.